Já há 659 comunidades energéticas registadas em Espanha, o duplo que em 2022, mas só o 17,7% tem posto em marcha o seu primeiro projecto.
O artigo de Antonio M. Vélez em eldiario.es oferece uma análise imprescindível sobre o momento actual das comunidades energéticas: avanços notáveis em número, mas ainda muitas barreiras estruturais que superar.
Abordam-se aspectos finque como:
✅ A necessidade urgente de um marco regulamentar claro e estável.
✅ O papel fundamental da pedagogia institucional para evitar a confusão com o autoconsumo colectivo.
✅ O repto de conseguir escalabilidad real e participação cidadã para além do impulso inicial.
O artigo baseia-se num relatório elaborado a iniciativa da Fundação Ecologia e Desenvolvimento (Ecodes) e de Redeia (matriz de Rede Eléctrica) com o apoio do Ministério para a Transição Ecológica.
❌ O documento assinala que Espanha é um dos países da UE “com menores índices de participação cidadã activa em iniciativas sociais, culturais ou educativas”. Superar esta dinâmica representa um dos principais reptos da transição energética em nosso país.
Recomendamos a sua leitura a todas as pessoas e instituições implicadas no impulso de comunidades energéticas: uma ferramenta finque para a transição energética justa, descentralizada e democrática.
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